27/3/2008
Novo blog
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7/3/2008
Quer terminar comigo?

G1
Tudo começou com Deus. Não agüentou ver Adão sozinho e criou Eva. Depois Santo Antônio, segundo a lenda esse senhor resolveu atender aos pedidos dos solteiros que por força das inabilidades de românticas não conseguem dizer: “quer namorar comigo?”. Depois vieram os cupidos. Uns anjinhos sem o que fazer que ficavam flechando corações duros ao amor. Poético não?
Aí, os seres humanos entraram na onda. Eles não agüentavam ver aquele amigo, irmão, etc, na mão, na solidão. Foi assim que surgiu as agencias de namoro.
Como o mercado saturou, a concorrência é braba mano, um tal de Che, Mr. Che, resolveu criar uma agência para aqueles que querem se livrar da pessoa “desamada”. Você de saber como é. Difícil atrair, mais difícil ainda desgrudar.
Não sei o que deu na cabeça do chinês, mas com certeza esse é um negócio que promete aquecer seu bolso. Mas não é só sua carteira que deve engordar não! Esqueceram que esse mundão de meu Deus tem advogados?! E pelo que se sabe Mr. Che não é um deles.
Se você está como aquele que compra um Fiat 147 (Tê-lo é a certeza de duas alegrias, uma da compra, outra da venda) consulte Mr. Che. Está querendo se livrar da mulher ou homem que um dia você se apaixonou e não sabe como. Chame Mr. Che. O preço é baratinho, R$ 30 por consulta. Aproveite que o leão ainda não tachou esse tipo de serviço. Por que se crescer, como imagino que vá, o governo não vai deixar de entrar no negócio também.
Como não pretendo abandonar minha noiva, muito pelo contrário, é melhor eu voltar ao trabalho. Não tenho as habilidades de Mr. Che para comprar minha casa, móveis para enfim me casar.
Texto publicado originalmente no Recanto das Letras.
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20/2/2008
Uma conversa entre cubanos
- Que foi Fidelino?
- Nosso monstro desistiu de nos destruir!
- Que monstro? Destruir o que rapaz?!
- Você não lê jornal não Castrolino?! Fidel Castro abandonou o cargo, viva Cuba!
- Você ta vendo muito Caminhos do Coração, Heróis e X-Man Fidelino. Ta vendo que
Fidel só sai do poder morto!
- Profana ignorância! Está aqui no jornal, Fidel renuncia. Já deu nos jornais do mundo inteiro.
- Deixa-me ver!
(uma hora depois muitos palavrões cubanos)
Viva Cuba Fidelino!
- Agora você acordou! Já podemos trocar nossas latarias velhas por Fusion, Vectra, C4Pallas, Megane, entre outras maravilhas.
- Então vamos às compras na internet.
(cinco horas depois)
- Xiiiiii Castrolino! Com nossa grana só dá pra comprar o Ford KA.
- E pior! No modelo antigo.
“Viva Cuba! Viva o capitalismo!”, falam aos prantos.
Originalmente publicado no Recanto das Letras
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14/2/2008
Eu não, o Orkut
Divirto-me muito quando abro minha página de recados do Orkut. Principalmente depois de enviar recados de felicitações de aniversários.
É sempre assim o que recebo: “obrigado por lembrar-se de mim nessa data importante!”.
Tudo bem, algumas pessoas do meu perfil eu sei de có e salteado a data de aniversário, mas 90% deles eu não faço a mínima idéia.
Tudo isso, por que desses 90% metade deles só os conheço virtualmente. A outra metade até conheço, mas daí lembrar a data natalícia.
“Mas você lembrou-se do meu aniversário?”, indaga uns. “Eu não, o Orkut”, responderia sem escrúpulos se não lembrasse que o interlecutor ainda está em festas.
Publicado inicialmente no Domínio Cultural
Vejam também meus textos no Recanto das Letras
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11/2/2008
Palavrões substitutos
Sim! Depois dos senadores substitutos, aqueles que aparecem no senado sem serem votados, pior, que ninguém sabia que ele era aliado do seu candidato! Depois dos remédios genéricos, que fazem o maior sucesso – os efeitos nem sempre. Os cidadãos de bem desse país bretão desenvolveram os palavrões substitutos.
Você pode nunca ter ouvido falar nesse termo, mas saberá nas linhas abaixo que você mesmo já as usou.
Ele é mais ouvido em comunidades evangélicas ou sociedades que primam pelo linguajar puro. O cidadão está com aquela raiva do companheiro, então, ele planeja em sua massa encefálica um palavrão que o rebaixe. Aí! Lembra que isso prejudicará suas relações – seja qual for – e solta um discreto e simpático palavrão substituto.
Vejamos alguns dos milhares de exemplos.
Um infeliz qualquer pisa em seu pé, e você sabe que foi de propósito, de imediato sua língua coça para chamá-lo de filho de uma eqüina – o famoso: “Ah! Fi duma égua!”. E o que você faz? Muda o adjetivo. “Ah! Fi duma mãe!”, diz aos gritos. Funciona-se? Não sei. Mas ninguém poderá ti processar por uma coisa que você não falou, não acha?
A irmã está retáda com o irmão – ops! Retada não! Chateada! – e já vai soltar um: “peste safado”, quando percebe a presença de alguma autoridade do lar e solta “você é chato, chato, chato...”. Percebeu a lógica?
Também conhecida como eufemismo, os palavrões substitutos reinam soberanos nos Senados, Câmaras de Deputados – menos, é claro, na Venezuela e Bolívia. “O senhor está faltando com a verdade deputado!”, se exalto outro deputado quando na verdade queria dizer mesmo era: “o senhor é um mentiroso inescrupuloso deputado!”. Entre vários outros.
Agora, caprichado, lingüístico e sofisticado será o que meu velho soltará ao ver meu texto cheio de palavrões. “Ah sujeito sem predicado!”, dirá nervoso.
Originalmente publicada no Recanto das Letras. Acessem AQUI
Acessem também o WJL
Leiam minha coluna no Domínio Cultural
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7/2/2008
O bêbedo da cadeia
Prestem atenção no único policial da delegacia.
Já sei por que fogem tantos presos!
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2/2/2008
Dedos a coçar
Pela primeira vez na história desse web_escriba – acharam que eu iria falar do presidente hein! – resolvi dar férias as crônicas. Um mês inteirinho sem escrever uma crônica se quer.
Há quem ache, que parar de escrever por um período calculado trava o pensamento, cria poeiras no raciocínio e atrapalha o crescimento do estilo escriturístico.
Antes de contestar este pensamento, nós que nos lançamos a escrever ficamos sem assunto por um determinado tempo. Quer dizer, sem assunto não, os assuntos estão aí, ficamos travados mesmo! Mil coisas a escrever e nem uma letrinha se quer a digitar.
Voltando ao raciocínio do segundo parágrafo, mas – contestando o terceiro -, o mês que fiquei de férias, foi o período que mais tive criatividade para escrever. Era só ler os jornais, sair às ruas, ouvir as pessoas, que minha massa encefálica começava a funcionar. Mas, como todo bom disciplinado, lembrava que estava de férias e nada escrevia.
Foi o mês que aconteceu de tudo. O Corínthias fez acordos publicitários com um plano de saúde, acordo interessante pra quem vai disputar a série B. O presidente venezuelano, Hugo Chaves – o Huguito para os mais íntimos – dizendo que as FARCS não são terroristas. A mega-histórica prisão de Floro Calheiro. A lista de ações julgadas pelo STJ. Entre outras coisas que deixam as cabeças dos escribas a maquinar.
Por isso, foi o mês que mais cocei os dedos, controlando-os para não cair na tentação de escrever. Só escrevi para o portal no qual trabalho, mas lá só escrevo notícias. Ah!Antes que vocês me chamem de mentiroso, escrevi para o Domínio Cultural, é que lá se não escrevo perco a coluna. Mas, não escrevi nada de mais. Confiram com seus próprios olhos.
Como a boa vida acabou, estarei escrevendo crônicas em um blog novinho em folha. Todas as segundas, quartas e sextas feiras. E as charges todas as terças e quintas feiras. Mas não é só aqui que escrevo. Registro para meu Weblog-Jornal-Laboratório, Domínio Cultural e Emsergipe.com.
Postado por Blog do João Áquila às 09:17 Comentários (2) | PermaLink
10/1/2008
Regras para leitores
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O |
s que escrevem têm algumas regras para serem entendidos pelos seus leitores. Para isso, a maioria vai à faculdade, em geral de jornalismo ou de letras, para melhorarem a qualidade textual, e assim, fazer sucesso no ramo.
Para que haja uma melhor compreensão entre escritor e leitor, além dos escribas, entendo que os leitores, principalmente de blogs, devam ter algumas regrinhas.
1ª) Todo leitor tem que ter consciência de que quando aparecem textos em parênteses ou hifenizados o discurso é copiado de outra pessoa e por tanto, não expressa necessariamente a opinião do escritor
2ª) Essa é exclusiva para leitores de blogs. Todo texto lido (leia-se blog) deve ser comentado. O blog foi criado para facilitar a interação entre escritores e leitores. Exceto para esculhambar o escritor (aí você deve fazê-lo via e-mail ou pessoalmente), você deve fazer comentários, expressar sua opinião quanto à qualidade textual quanto à temática.. Nem que seja mais ou menos um comentário assim: “essa desgraça ta horrível”. Não esqueça da regra número 1.
3ª) Ainda para blogueiros. Quando comentar se identifique e deixe seu e-mail, para que o escritor possa te responder quanto à crítica. Só falar, falar e não ouvir é atitude injusta.
Postado por Blog do João Áquila às 10:43 Comentários (2) | PermaLink
10/1/2008
Mudando pra cá

Companheiros e companheiras, chateado com as limitações do zip.net, resolvi mudar de endereço. Como estou estagiando no Emsergipe.com, achei por bem criar um blog aqui.
Por isso, a partir de agora todas as minhas crônicas estarão aqui.
Manterei o outro blog para possíveis leituras de textos anteriores. mas,l vale lembrar, que todos os meus textos são registrados no www.recantodasletras.com.br/autores/joaoaquila. Lá, vocês encontrarão, não só crônicas, mas contos, acrósticos, artigos, etc...
Comentem, xinguem, denuncie, elogie, faça alguma coisa para sua visita não passar batida por esse web-escriba.
Quero informá-los que apesar de não político, esse web-escriba também entra em recesso.
Por isso, só voltarei a escrever oficialmente aqui, a partir do dia 01 de fevereiro.
Enquanto isso leiam as regras dos blogueiros.
Inté lá!
Postado por Blog do João Áquila às 10:32 Comentários (2) | PermaLink
23/10/2007
O esquema tático do Romário
Professor, qual será o esquema tático?
Será o 10-1! Hehehe
Como?
Postado por Blog do João Áquila às 12:37 Comentários (3) | PermaLink


